Um assunto em que todos amam falar, discutir, interagir e aprofundar no universo dele é a arte de reproduzir “imagens em movimento”, ou seja, o cinema, e ao buscar um pouco da origem da cinematografia como fonte de entretenimento e quem foi seu fundador, encontra-se uma história interessante, pois no seu início ela não era visto nessa concepção.
Os pioneiros do cinema, os irmãos Lumière, o criaram com a finalidade somente científica; de registrar os fatos históricos que aconteciam na época com seus documentários realistas, contendo vez ou outra algumas cenas de comédias na programação, sempre visando os acontecimentos do momento, porém os irmãos desacreditavam que se teria sucesso no futuro ou caísse no gosto do povo, de motivo lógico que era pela falta de efeitos especiais e cores numa história instigadora ao seu telespectador. Visto isso, certo alguém pensou em fazer deste alvo cinematográfico que fosse abrangente e usado para outros aspectos e ideologias.
Enfim, foi com o ilusionista francês Marie-Georges-Jean Méliès, mais conhecido como Georges Méliès, chamado de “o mágico do cinema”, obteve a idéia em fazer desse meio de comunicação um mundo de fantasias e imaginação para qualquer pessoa que tivesse o interesse e o desejo em apreciá-lo. Seu primeiro curta foi chamado de “Le chevalier des neiges” (Viagem a Lua) de 1902, onde um grupo de exploradores faz uma viagem à lua de uma maneira inusitada... assista ao curta no link abaixo:
As técnicas empregadas nesse primeiro curta foi um marco na história do cinema da época, pois George usou a dupla exposição do filme para obter efeitos especiais inovadores até então, fazendo as imagens se moverem com os 16 quadros (fotos) por segundo, conseguindo do real o mais fictício que se podia alcançar. Daí por diante, essa visão diferenciada do cinema gerou lucros e rendimentos para diversos países, como Índia e Estados Unidos, sendo este último, hoje em dia, o maior produtor em número de filmes por ano e o que possui a maior economia cinematográfica, tanto no mercado interno quanto nas exportações.
Anos se vão, a industrialização crescendo acentuadamente, com o capitalismo em andamento, várias oportunidades de comércio, meios de formação profissional e produtos em geral surgindo, o cinema proporciona um espaço para a Publicidade, que aproveitou desse sucesso e se aliou ao cinema com suas práticas comerciais e de vendagens, como as marcas e objetos que aparecem durante os filmes, as promoções feitas nas suas estreias e uma dimensão de fatores que somando só agregam e geram lucros ao modo de produção vigente, fazendo o mercado publicitário crescer e se desenvolver bruscamente com essa façanha adquirida reciprocamente.
Com um olhar no futuro e outro no passado, sabe-se que tudo que existe atualmente possui uma história imensa para ser contada e estudada, se for o caso, e o cinema em geral e suas adjacentes foi, sem sombra de dúvidas, uma das mais interessantes e que são de suma importância na vida social das pessoas. Criar, transformar essa fantástica máquina em ficção que diverte crianças e adultos até nos dias atuais, torna da arte e a técnica uma das maiores máquinas da indústria atual no cenário mundial.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_M%C3%A9li%C3%A8s
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