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It’s the hat



Essa peça, de forma minimalista, simples e charmosa, vende chapéus. Ela claramente tem por objetivo criar uma oposição, vinculada diretamente ao uso ou não de chapéus, entre duas figuras importantes da história (Hitler e Chaplin).
Para isso ela recorre inicialmente às cores, que criam no consumidor algo próximo de interesse e otimismo, e à memória coletiva do que Hitler e Chaplin representam; à ideia que um foi um assassino cruel e que outro foi um gênio em seus filmes. A diferenciação surge nos ícones, facilmente reconhecidos exatamente pelo uso do chapéu, e é reforçada pela frase “It’s the hat” (É o chapéu). Conclui-se que, o chapéu faz toda diferença. Um nazista não iria gostar...

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