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Diga Não

07:21

Isso que vemos ai nada mais é que a pura realidade, enquanto os candidatos a vereadores e a prefeito estão luxando com salário que ainda acham pouco, nós brasileiros só engolimos sapo mesmo, será que não está na hora de dar um basta nisso? Pois eu digo que sim, vamos começar a ver quem é quem de verdade e não ficar colocando qualquer um no poder.

Propaganda e alimentos: sempre bem-vindos.

11:46
Atualmente, as propagandas de alimentos vêm tendo um significativo crescimento no Brasil. As agências responsáveis pelas empresas do ramo precisam, a cada campanha, se sobressai e inovar diante das demais no mercado. Não que isso já não aconteça na Publicidade de modo geral, porém nesse aspecto as exigências pelo melhor produto; de qualidade idem, vem sendo o principal desafio a ser enfrentado pelas vias responsáveis para o consumo ser claramente eficaz, consumado. 
 
    Para que uma boa peça se veicula e seja aceita em sua maioria nos meios adequados, as propagandas trazem diversos aspectos que mostram justamente o que se quer, com sua persuasão, atiçando os desejos do cliente, de modo diferenciado e criativo uma da outra. Vejamos uma peça de uma campanha da Perdigão, mostrando a sua nova linha de embalagens para os produtos:




    Logo o que se percebe é uma mão - a de um garçom, pode ser - dando a entender que está segurando uma bandeja com uma pizza recém-saída do forno, além do cenário embaçado atrás da arte principal, que é metade pizzaria e metade uma casa de família.

    Os temperos que existem na pizza da Perdigão anunciada são esses que estão em volta da caixa que, falando na caixa, ela está saindo fumaça. Essa fumaça quer dizer o quão “quentinha” a pizza está saindo do “forno”, com todos esses temperos e molhos que nela existe. Ai para o apoio visual, da fotografia, existe um breve texto que mostra especificações daquele produto em evidência, e no fim tem a frase: “Por isso que todo mundo adora as Pizzas Perdigão. Até nas novas embalagens você percebe como elas são feitas com capricho.” Isso evidentemente fala da fumaça que saí da caixa, dando a intenção da delícia que é essa pizza, quando pronta. Também temos a apresentação da nova embalagem da Pizza Perdigão e que vai junto com isso dito anteriormente. 

    Ao criar a propaganda sobre esse alimento em que os brasileiros consomem em massa, o anunciante pensou nas identificações que as pessoas teriam ao ver essa peça, na questão do ambiente atrás da foto principal; da bandeja segurando a pizza na caixa; sendo esses ambientes/costumes um hábito do brasileiro, que faz isso sempre quando pode; e que compõe com os diversos valores empregados na sociedade, representado pelo lazer com seus familiares, amigos, celebrações e festas em fins de semana, etc. E isso pode acontecer dentro da sua própria casa, sua própria cozinha, como diz: “Visite a sua cozinha”, que consiste num desejo do coletivo a ter tudo que se quer ou precisa bem perto, sem que se faça nenhum esforço maior. Esse é o objetivo da própria empresa, Perdigão, que é estar sempre presente nesses momentos da vida. 

    Por essa breve análise, podemos ver que tudo precisa da publicidade e propaganda para ser vendida à sua população consumidora, e que até mesmo uma indústria alimentícia necessita dos métodos publicitários para que a veiculação dos produtos do tal alcance o máximo possível de casas e estabelecimentos em nosso país. 

Bônus:
Outras propagandas da mesma campanha da Perdigão - de mesma ideia, mas com produtos diferentes - relatada acima:





It’s the hat

05:47


Essa peça, de forma minimalista, simples e charmosa, vende chapéus. Ela claramente tem por objetivo criar uma oposição, vinculada diretamente ao uso ou não de chapéus, entre duas figuras importantes da história (Hitler e Chaplin).
Para isso ela recorre inicialmente às cores, que criam no consumidor algo próximo de interesse e otimismo, e à memória coletiva do que Hitler e Chaplin representam; à ideia que um foi um assassino cruel e que outro foi um gênio em seus filmes. A diferenciação surge nos ícones, facilmente reconhecidos exatamente pelo uso do chapéu, e é reforçada pela frase “It’s the hat” (É o chapéu). Conclui-se que, o chapéu faz toda diferença. Um nazista não iria gostar...

Não vejo, então não existe.

12:08
Não vejo, então não existe

No mês de maio os funcionários públicos federais iniciaram uma greve reivindicando o reajuste de salários e a reestruturação na carreira.
Como até aquele momento (quando a charge foi feita) o governo e grande parte dos grevistas não tinham chegado a um consenso, a greve continuava em algumas universidades federais.
Diante dessa situação os maiores prejudicados eram os estudantes que estavam sem aula e depois do fim da greve eles teriam dificuldades para repor o tempo perdido.
Na charge acima o autor critica a postura do governo (representado pela imagem da presidente Dilma com venda nos olhos) mostrando indiferença e descaso com o problema da paralisação nas universidades. Além de reforçar o espírito de luta, de perseverança que a classe trabalhadora deve ter.

Super Força!

10:25


Para se destacar cadê vez mais no mercado Publicitário, você precisa INOVAR, acompanhado de doses de criatividade, conhecimento e também algumas xícaras de café (rsrs).

Apesar da minha pouca experiência no mercado de trabalho, já que eu nunca trabalhei em nenhuma agencia, eu vejo que hoje o mercado busca por coisas diferentes, que sejam foram do comum, idéias que façam com que as pessoas parem e pensem.
Aqui temos um exemplo claro de algo que foi audacioso, mas que foi muito bem executado.

Uma agencia chamada Publicis executou a tarefa de mostrar quão grande era potencia do novo ventilador Turbo Silencio da ARNO, usando uma estratégia muito boa de colocar o ventilador funcionado em frente a uma loja da ARNO, e um carro como se estivesse estacionado em frente a loja, só que ai é que veio o idéia, virar o carro para dar a impressão de que quando o ventilador foi ligado sua potencia foi tão grande que acabou virando o veiculo como se ele estivesse capotado.

E então, o que vocês acharam?

Fonte: http://comunicadores.info/2011/08/10/arno-turbo-silencio-vento-na-maxima-potencia/

O que os seus olhos não podem ver mostraremos pra você!

10:20


Na propaganda apresentada sobre o tabaco (cigarro) o receptor é atraído pela a emoção, sem perceber que o vício tem outra cara. O produto é vendido com toda essa mentira atraindo milhares e milhares de pessoas pelo o mundo inteiro. Já que sua sensação é de relaxamento a pressão cai e as pessoas ficam leves.
A propaganda vende esse conforto, quando na verdade o cigarro trás outros danos na saúde, em muitos casos o cigarro pode levar a pessoa a desenvolver um câncer

Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/9293/imagens/propaganda5.jpg

As redes sociais e a Publicidade

18:39

É notável nos dias de hoje a evolução das redes sócias, quem se lembra do ‘‘finado’’ Orkut, criado por um turco que virou febre em  2004, uma onda que virou sucesso em todo mundo atingindo pessoas de diversas idades. O Brasil foi o pais que mais acessou essa rede atingindo a marca de 68.3% bem diferente da Índia que foi o segundo país que mais acessou com uma porcentagem de 15,4%. Hoje o Orkut já não está bom essa bola toda.

Quem diria que no mesmo ano iria surgir um concorrente que aparentemente seria um site de relacionamento apenas na faculdade, criado por estudantes sem pretensão nenhuma de fazer sucesso ou até de ganhar dinheiro com o site, nascia então o Facebook. Universitários de uma das mais conceituada faculdades dos EUA a Faculdade de Harvard criaram a rede que revolucionou a internet moderna.

Mas o que essa rede tem pra fazer tanto sucesso? Em apenas 02 horas atingiu a marca surpreendente de 22 mil acessos.

O Facebook é hoje a maior rede social do mundo. São 900 milhões de usuários sendo desses 46 milhões só no Brasil.

Cada vez mais as empresar vem usando essa rede para fazer propagandas de suas marcas, produtos e serviços e vem lucrando com todo esse crescimento acelerado da rede. São criadas FanPagens da qual as pessoas ‘’curtem’’ e  passam a receber as postagens que aquela pagina criar. São cada vez mais pessoas se conectando aquela pagina, atingindo um publico cada vez maior, de diferentes lugares, e o custo e quase nenhum dependendo do que é postado.

Se tornando as redes sociais um ferramenta poderosa para a propaganda, e empresas estão investindo pesado nisso.

Fonte:
http://www.coworkers.com.br/marketing/facebook-a-maior-rede-social-do-mundo/

O que é ser publicitário

16:52

Antes de começar, e antes que você se decepcione, quero esclarecer uma coisa: eu não vou, repito, não vou falar o que é um publicitário, como possa sugerir o título. Pra esse propósito, inclusive, qualquer dicionário serve. O que eu vou fazer aqui é tentar desmistificar algumas coisas a respeito da classe e assim, talvez, você chegue a um conceito.
Vamo! No círculo social que eu faço parte, eu sou um dos poucos que optou pelas humanas e o único que escolheu Publicidade. Um ou outro escolheu Direito... Eu sou bem só. Enfim, a maioria dos meus escolheu Engenharia, e esses são os que costumam jogar na minha que vão ganhar mais que eu, “um publicitário”. Mas se você parar pra pensar isso é bem relativo. Já ouvi relatos de PHDs se matando dando aula pra muleque pra tirar alguma coisa e publicitários que... Alguém conhece Washington Olivetto? Antes de tudo, sem dúvida, isso vai da competência do profissional, qualquer seja ele.
Os de Direito têm esse hábito chato de considerarem-se “mais profissionais” por lerem muito. Poxa, é o que se espera de um aluno de nível superior e, ao contrário do que muitos pensam, a gente não passa o dia fumando ou desenhando. A gente lê pra caramba também.
Fugindo dos meus amigos, chego ao meu emprego. Certo dia, um professor de economia nos encarregou de planejar o que seria a promoção de um produto fictício, criado por nós, no dia das crianças ou algo assim. E assim a gente começou fazendo. Por saber que eu estudo publicidade, o resto do grupo me colocou na parte criativa da “promoção”. Comecei fazendo o que achava mais sensato: delegando algumas tarefas para o dpt. de marketing, como escolher uma agência, encomendando pesquisas sociais e de mercado... Tudo comum quando se trata de um planejamento de campanha junto ao anunciante. Até que surgiu uma dúvida se tudo que eu tava fazendo ali super de boa era certo. Chamaram o professor.
Ele chegou e a partir daí não lembro muito bem como aconteceu. Só lembro de algumas coisas que ele falou, do tipo: “Não, não precisa dessas pesquisas. A empresa só quer uma propaganda do dia das crianças.” Lembro da minha resposta: “Sim, a empresa falou o que queria, mas a gente tem que pesquisar direitinho antes de fazer qualquer coisa, pra não correr o risco de fazer uma campanha ineficiente ou mesmo que não agregue nada a empresa.” E ele ia: “Mas quem tem o dinheiro? Se sua agência não quiser fazer do jeito que eu quero, eu procuro uma que queira...” Aí pensei comigo: “Beleza, queridão! Você tem o dinheiro, mas eu acho que a gente passa 4 anos numa universidade por um motivo.” E como eu já falei, não é pra fumar.
O que a gente pode tirar disso tudo é que algum (censurado) inventou de colocar na cabecinha de muita gente que publicidade é uma opção pra vagabundo ou mesmo pra quem prefere concorrência baixa no vestibular (o que está mudando, visto que nos últimos anos PP tem ficado entre as 3 mais concorridas da UFPE). Velho, publicidade é uma carreira séria e já vem mantendo toda uma sociedade há um tempinho. Portanto, respeite. Ou vai dizer que tu comprou um carro 2013 porque é “é bom pra terra e pro asfalto”?

O mágico do Cinema

16:43

Um assunto em que todos amam falar, discutir, interagir e aprofundar no universo dele é a arte de reproduzir “imagens em movimento”, ou seja, o cinema, e ao buscar um pouco da origem da cinematografia como fonte de entretenimento e quem foi seu fundador, encontra-se uma história interessante, pois no seu início ela não era visto nessa concepção.
    Os pioneiros do cinema, os irmãos Lumière, o criaram com a finalidade somente científica; de registrar os fatos históricos que aconteciam na época com seus documentários realistas, contendo vez ou outra algumas cenas de comédias na programação, sempre visando os acontecimentos do momento, porém os irmãos desacreditavam que se teria sucesso no futuro ou caísse no gosto do povo, de motivo lógico que era pela falta de efeitos especiais e cores numa história instigadora ao seu telespectador. Visto isso, certo alguém pensou em fazer deste alvo cinematográfico que fosse abrangente e usado para outros aspectos e ideologias.
    Enfim, foi com o ilusionista francês Marie-Georges-Jean Méliès, mais conhecido como Georges Méliès, chamado de “o mágico do cinema”, obteve a idéia em fazer desse meio de comunicação um mundo de fantasias e imaginação para qualquer pessoa que tivesse o interesse e o desejo em apreciá-lo. Seu primeiro curta foi chamado de “Le chevalier des neiges” (Viagem a Lua) de 1902, onde um grupo de exploradores faz uma viagem à lua de uma maneira inusitada... assista ao curta no link abaixo:


As técnicas empregadas nesse primeiro curta foi um marco na história do cinema da época, pois George usou a dupla exposição do filme para obter efeitos especiais inovadores até então, fazendo as imagens se moverem com os 16 quadros (fotos) por segundo, conseguindo do real o mais fictício que se podia alcançar. Daí por diante, essa visão diferenciada do cinema gerou lucros e rendimentos para diversos países, como Índia e Estados Unidos, sendo este último, hoje em dia, o maior produtor em número de filmes por ano e o que possui a maior economia cinematográfica, tanto no mercado interno quanto nas exportações.
   Anos se vão, a industrialização crescendo acentuadamente, com o capitalismo em andamento, várias oportunidades de comércio, meios de formação profissional e produtos em geral surgindo, o cinema proporciona um espaço para a Publicidade, que aproveitou desse sucesso e se aliou ao cinema com suas práticas comerciais e de vendagens, como as marcas e objetos que aparecem durante os filmes, as promoções feitas nas suas estreias e uma dimensão de fatores que somando só agregam e geram lucros ao modo de produção vigente, fazendo o mercado publicitário crescer e se desenvolver bruscamente com essa façanha adquirida reciprocamente.
    Com um olhar no futuro e outro no passado, sabe-se que tudo que existe atualmente possui uma história imensa para ser contada e estudada, se for o caso, e o cinema em geral e suas adjacentes foi, sem sombra de dúvidas, uma das mais interessantes e que são de suma importância na vida social das pessoas. Criar, transformar essa fantástica máquina em ficção que diverte crianças e adultos até nos dias atuais, torna da arte e a técnica uma das maiores máquinas da indústria atual no cenário mundial.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_M%C3%A9li%C3%A8s

A vida do rádio

15:31

Comunicar, interagir, codificar, transmitir, informar é uma missão importante do rádio.
É o veículo de comunicação de rádio formado de ondas sonoras que transmitem informações eletromagnéticas através de suas frequências. Trás um conjunto essencial a cada ouvinte, conjunto esse de locução, música e informações fazendo a comunicação andar lado a lado com diversidade e tornando o rádio um meio essencial.
O rádio tem alcance de quase 100% do público. É considerado o veículo de comunicação mais eficaz no mundo inteiro. Além de ser o meu de comunicação onde o público participa inteiramente, não precisamos estar na frente do rádio para se obter informações, ouvir músicas ou até mesmo atualizar-se no cotidiano, por si só ele leva a cada ouvido a informação certa no momento exato, o homem (o ouvinte) pode está em outras atividades mas a mensagem chegará até ele de maneira fácil e além do poder de não deixar o receptor sozinho o rádio possui uma espécie de mágica nos levando em muitos lugares ao mesmo tempo com isso torna agradável cada dia, é só escolher a sintonia e pronto.
Essa magia  que o rádio nos deixa sentir dar a cada pessoa uma alegria diferente e nessa viagem o comando não é apenas do locutor que estar no estúdio  mais de cada pessoa que participa de qualquer frequência.  E ao invés do cantar do galo será um clich no botão do rádio e começa assim um novo dia, cheio de expectativas e emoção.

Por: Viviane Gomes

O Cinema e a Publicidade

15:11
O cinema surgiu a partir da preocupação que o homem nutria em registrar o movimento. Louis e Auguste Lumiére criaram o cinematógrafo. Os irmãos franceses foram os primeiros a conseguir projetar filmes para vários espectadores. “A chegada do Trem à estação de Ciotat, 1895”, foi um dos filmes curtos exibidos por eles e mostra o cotidiano.
Desde a primeira sessão em Paris, o cinema passa por uma série de transformações:
Inicialmente como ferramenta científica para difundir os conhecimentos do mundo, os filmes deixam de ser meros documentários e passam a contar histórias também.
O cinema mundial teve importantes contribuições do cinema norte americano como a solidificação da linguagem, a inovação no uso do close, na montagem de diferentes cenas ao mesmo tempo e o crescimento da comédia. Já do cinema russo vem às técnicas do processo da montagem que até hoje são usadas no mundo. Não podemos esquecer o cinema alemão sobre a influência do expressionismo com os seus temas aterrorizantes, personagens esquisitos e horripilantes que migraram para Hollywood e ganharam o mundo.
Sendo o cinema um meio de “expressão cultural”, também funciona como veículo publicitário que vai da divulgação de produtos, à propalação de propagandas ideológicas.
Podemos citar como exemplos: “O Encouraçado Potemkin, 1925” que foi instrumento de disseminação de idealismo revolucionário na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), “O Triunfo da Vontade, 1935” meio de difusão de propagandas com ideais nazistas na Alemanha e o clássico “Bonequinha de Luxo, 1961” onde a atriz Audry Hepburn ficou eternizada com a piteira (tubo de gesso ou marfim por onde se fuma), que contribuiu para a popularização de um produto: o cigarro.
Seja como representação cultural, meio de comunicação ou indústria de entretenimento a “sétima arte” exerce influência no pensamento da sociedade.

Referências:
FERREIRA, Aurélio B. d e Hollanda. Minidicionário da língua portuguesa. Acordo ortográfico. 7°ed. Curitiba: Ed. Positivo; 2008
CARVALHO, Danielle. O cigarro no cinema: 1897-2009. Disponível em:
<http://ofilmequeeuviontem.blogspot.com.br/2010/01/o-cigarro-no-cinema-1897-2009.html
Almanaque abril ano 37° ed. Editora Abril, dezembro de 2010.

Por: Dayse Leal

 
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